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| Postado em 07 de março de 2022 às 11:10

Passageiros reclamam do furto de celulares pelas janelas dos carros

Não precisa nem ser com a janela toda aberta - às vezes, tudo o que o ladrão precisa é de uma fresta.

Passageiros reclamam do furto de celulares pelas janelas dos carros
Reprodução

Passageiros de carros de aplicativo vêm reclamando de um tipo de furto que tem acontecido com frequência: a vítima está distraída, com o celular na mão e janela aberta por conta da pandemia. Nesse momento, os bandidos passam correndo e arrancam o aparelho do usuário.

Não precisa nem ser com a janela toda aberta – às vezes, tudo o que o ladrão precisa é de uma fresta.

“De repente, uma pessoa conseguiu colocar a mão pela janela e puxou meu celular. Eu ainda consegui segurar um pouco o aparelho, mas na segunda tentativa, ele conseguiu tirar o aparelho das minhas mão. Como o celular estava desbloqueado, ele tinha acesso às minhas coisas e entrou no meu WhatsApp”, relembrou a universitária Gabriela Costa.

Segundo ela, o vidro estava apenas um pouco aberto – a vítima estava distraída no banco de trás, mexendo no aparelho.

Junte o movimento intenso de cariocas e turistas no verão, mais as janelas abertas por causa da pandemia – isso fez a reclamação de roubos de celulares aumentarem.

O cabeleireiro Robson Rodrigues França também usava o aparelho no banco de trás. Como o aparelho estava desbloqueado, o bandido fez a limpa na conta dele.

“Fui furtado dentro do carro de aplicativo por um desses menores que ficam no sinal. Foi uma situação muito, muito triste – você fica sem chão”.

As empresas de aplicativos disse que não têm informações sobre os casos.

De acordo com os números do Instituto de Segurança Pública (ISP), os furtos de aparelhos celulares em janeiro de 2022, último mês consolidado, subiram mais de 70% em comparação com o mês de janeiro do ano passado.

Mas os registro não mostram de forma específica a quantidade de pessoas que tiveram o aparelho roubado enquanto viajavam em carros de aplicativo.

Há duas semanas, a universitária Beatriz Villa Nova passava de carro pela Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, quando teve o celular roubado.

“Depois disso, não consigo mais andar com o vidro aberto, seja no meu carro ou no carro de motoristas. Peço para, mesmo com esse calor todo, ficar com o vidro fechado”.

Fonte
G1

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