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Abimadabe Vieira manifesta apoio ao Bloco “Vai Quem Quer Paz” da ONU
A educadora de trânsito Abimadabe Vieira declarou seu apoio total e irrestrito à campanha digital lançada pela ONU Brasil para o Carnaval 2026, denominada Bloco “Vai Quem Quer Paz”. A iniciativa, apresentada no dia 6 de fevereiro, busca conectar a maior celebração popular do país aos valores universais de paz, igualdade, direitos humanos, diversidade e convivência responsável previstos na Carta das Nações Unidas.
Com foco em mobilizar a criatividade e o engajamento da população durante o período carnavalesco, a campanha disponibiliza um Kit Digital gratuito que contém ventarolas, adesivos e cartazes com mensagens como “Dê uma chance à paz”, “Igualdade é nosso batuque, diversidade é nosso enredo!” e “Carnaval é universal, direitos também!”. A proposta é estimular que foliãs e foliões celebrem com respeito, dignidade e segurança, reforçando que a alegria da festa também pode ser um ato de cidadania.
A ONU Brasil destaca que o Carnaval representa uma oportunidade estratégica para reafirmar princípios como tolerância, igualdade e cooperação, especialmente em um contexto de grandes aglomerações. A campanha também enfatiza a prevenção à violência de gênero, um compromisso central da atuação das Nações Unidas, e convida organizações, instituições e cidadãs e cidadãos em todo o país a participarem ativamente da iniciativa.
Como educadora de trânsito, Abimadabe acrescenta que a defesa da paz também passa pelas escolhas feitas antes, durante e depois da folia. Ela reforça a importância de planejar o deslocamento com responsabilidade, evitar dirigir após consumir bebida alcoólica, dar preferência ao transporte por aplicativo, táxis ou caronas seguras, e, sempre que possível, deixar o carro em casa. Para quem vai a pé, a orientação é redobrar a atenção nas travessias, respeitar a sinalização e combinar pontos seguros de ida e volta.
Abimadabe reforça que sua adesão à campanha reflete a importância de promover valores de paz e respeito em todas as esferas da vida social, inclusive nas celebrações culturais. A mobilização pela campanha pode ser feita por meio do uso das peças digitais em blocos, nas redes sociais com as hashtags oficiais e no engajamento comunitário pautado na valorização dos direitos humanos.