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Suspensão
| Postado em 30 de março de 2020 às 4:30

Como detectar problemas no sistema de suspensão

Falhas como redução da estabilidade do carro em curvas, aumento da distância de frenagem e oscilação excessiva das rodas podem apontar desgaste dos amortecedores.

Como detectar problemas no sistema de suspensão
Reprodução

Fundamental para garantir a estabilidade e dirigibilidade do veículo, bem como o conforto de seus ocupantes, o sistema de suspensão é composto por diversos componentes, entre eles, amortecedores, kit de amortecedor, molas, bandejas, pivôs e bieletas.

“Um dos principais componentes é o amortecedor, embora não seja uma peça de funcionamento isolado, atua em conjunto com as outras que também são importantes para o bom desempenho de todo o sistema”, comenta Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata. Falhas como redução da estabilidade do carro em curvas, aumento da distância de frenagem e oscilação excessiva das rodas podem apontar desgaste dos amortecedores.

“É preciso ficar atento, pois o desgaste de uma peça acaba se estendendo às outras, que são afetadas pela sobrecarga de um conjunto trabalhando em desequilíbrio”, ressalta Silva, explicando que, por isso, é importante inspecionar todos os itens da suspensão.

Composto por batente, coifa e coxim, o kit de amortecedor é o conjunto de peças que protege o amortecedor e, segundo o gerente de qualidade e serviços da Nakata, deve ser revisado periodicamente. “Coifa rasgada já acusa contaminação dos componentes internos com resíduos que resulta em atrito no conjunto, reduzindo a durabilidade”, adverte.

Nas molas devem ser feitas inspeção visual bem detalhada e apresentando trincas devem ser substituídas. Já a inspeção das bandejas ou braços oscilantes, que asseguram alinhamento das rodas e deslocamento do veículo, deve ser realizada à procura de folgas, rasgos e demais danos, às buchas que são ligadas a esse componente.

Articulações importantes para a conexão da carroceria do veículo com as peças móveis do sistema da suspensão, os pivôs também merecem atenção na hora do diagnóstico.

“É preciso analisar as coifas protetoras, que cobrem as pistas de trabalho da peça, responsáveis pelos deslocamentos de rotação e pêndulo na articulação. Não devem ter rasgos, pois com os pinos expostos, a articulação passa a ser preenchida de impurezas, que contaminam a graxa, provocam o atrito e desgastam a peça”, afirma.

Outra peça que garante também estabilidade é a bieleta. “Quando está gasta, apresenta ruídos no teste de rodagem, que poderão ser confirmados ao examinar as coifas desses componentes, que demonstrarão rasgos, furos ou folgas”, conclui.

 

Fonte
Portal do Trânsito

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