Ônibus
| Postado em 03 de março de 2020 às 4:00

Impasse de rodoviários trava reajuste na passagem de ônibus

Por Redação Portal

A votação foi comandada pelo vice-presidente, Sandro Abbade.

Impasse de rodoviários trava reajuste na passagem de ônibus
Ilustrativa

O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Adair da Silva, decidiu não assinar a aprovação da proposta das empresas de reajustar o salário da categoria em 4,30%, provocando um impasse na entidade. A votação foi comandada pelo vice-presidente, Sandro Abbade. O índice do reajuste salarial é referente à inflação mensurada no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre 1º de fevereiro de 2019 e 31 de janeiro de 2020, e é um dos fatores que influencia no cálculo dos valores a serem cobrados pela passagem de ônibus na Capital.

No sábado (29), o presidente do sindicato Adair da Silva, que não participou da assembleia por problemas de saúde, afirmou que não irá assinar o que foi definido no encontro. Por meio de nota, o presidente ressaltou “ser contrário a conclusão da última assembleia, especialmente pelos procedimentos tomados no ato, além de não aceitar a proposta que visa atender a Campanha Salarial”.

De acordo com a assessoria do sindicato, o presidente irá manter apenas a votação referente a escolha do plano de saúde da categoria. A reportagem tentou contato com o presidente, mas não obteve retorno. O vice presidente da entidade, Sandro Abbade confirmou a validade do encontro, mas afirmou que vai aguardar a reunião prevista para ocorrer nesta terça-feira (03) para emitir um posicionamento.

O Sindicato das Empresas de Porto Alegre (Seopa) recebeu a decisão do mandatário do sindicato dos rodoviários com surpresa. A entidade afirma que chegou a ser avisada pela diretoria do sindicato que os rodoviários tinham aprovado a proposta. O assessor jurídico do Seopa, Alceu Machado, afirma que a decisão do presidente de não assinar será contestada.

— Essa reação do presidente foi surpreendente. Não é possível ele concordar com um ponto do que foi votado pelos rodoviários na assembleia e recusar outro. Na nossa visão, não há uma explicação plausível para essa decisão — destaca o assessor jurídico.

Até o momento, o Seopa irá aguardar um posicionamento definitivo do sindicato para definir ações futuras.

Enquanto não há uma definição envolvendo o reajuste dos rodoviários, a EPTC não tem como realizar o cálculo que baseará a proposta de valor da passagem de ônibus neste ano a ser analisada pelo Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu). Uma vez aprovada por este órgão, o valor precisará ser sancionado pelo prefeito Nelson Marchezan antes de entrar em vigor.

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Gauchazh


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