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| Postado em 29 de janeiro de 2020 às 7:18

O Transporte Público metropolitano e a falta de fiscalização no trânsito

Por Redação Portal

O Transporte Público metropolitano e a falta de fiscalização no trânsito

Discute-se muito a eficiência do transporte público e/ou a realidade do trânsito no Brasil, na Paraíba, podemos destacar a região metropolitana de João Pessoa nessdiscussão.    

Flagrante é a discrepância de opiniões, sugestões e principalmente reclamações a respeito da qualidade do transporte publico e do caos no trânsito. O usuário do ônibus discute e reclama do tempo de espera pelos coletivos, da superlotação, preço da tarifa e o respectivo tempo de viagem. Por sua vez, o usuário de transporte individual, veículos particulares, reclamambasicamente dos mesmos temas: vias congestionadas,o tempo que se passa dentro desse congestionamentoe alto valor da gasolina. Em parte ambos estão certos,porque uma coisa está ligada a outra, ou seja, TRANSPORTE PÚBLICO ESTÁ LIGADO AO TRÂNSITO. Mas se sabemos dessa realidade! O que fazer? Quais as soluções…  

Podemos apontar algumas medidas que aumentam a competitividade dos ônibus, proporcionando maior segurança, conforto, eficiência e confiabilidade, são essenciais para que o usuário deixe o carro na garagem.

A política de prioridade ao transporte coletivo em detrimento ao transporte individual ao longo das duas ultimas décadas não vêm sendo cumprida, o exemplo claro, é, a Lei 12.587/12, lei da mobilidade urbana, a qual obriga os gestores públicos priorizarem investimentos em Transporte de massa, modais não motorizados e mobilidade urbana, a não execução dessas medidas afeta diretamente a qualidade do transporte publico, agravando o caos no trânsito e má qualidade de vida das pessoas.  
NÃO TEMOS OUTRA VIA! Se realmente quisermos um transporte de qualidade e por conseqüência diminuir o caos no trânsito, teremos cumprir o que diz a legislação.

TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE! DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

GESTORES PÚBLICOS

Uma fiscalização rigorosa e permanente do transporte ilegal de passageiro (Clandestino), que afeta diretamente o transporte legal.

-Fiscalização rigorosa na operação do transporte legal e regulamentado (empresas)

– Investimento na infraestrutura viária priorizando no trânsito o transporte de massa;

– Abrigos de espera do coletivo com o mínimo de conforto;

– Segurança com foco no ônibus para coibir os assaltos;

– Uma tarifa acessível com subsídio como prever a Lei;

– Reduzir impostos do diesel e reverter à redução na tarifa;

Estacionamentos Publico fora do centro das cidades.  

Faixas exclusivas para ônibus também estão entre as ações intervenções baratas e rápidas que podemos considerar boas e eficientes para fluidez no deslocamento.

 

EMPRESAS PERMISSIONARIAS

 

– Renovação da frota anualmente

– Qualificação dos profissionais do seguimento

– Investimento em tecnologia embarcada

– Busca permanente por um atendimento de qualidade ao cliente (usuário).  

Como com se vê Investir no transporte coletivo é estratégia contra engarrafamentos, passa por iniciativasgovernamentais e investimento do seguimento empresarial, ou seja, se um fizer sua parte e o outro não, a conseqüência é essa que testemunhamos no nosso cotidiano.    

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