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| Postado em 04 de dezembro de 2019 às 1:00

Pedestres e ciclistas enfrentam desafios para circular com segurança no Recife

Por Redação Portal

O uso da bicicleta também é crescente e, por isso, ciclistas e pedestres pedem cada vez mais respeito

Pedestres e ciclistas enfrentam desafios para circular com segurança no Recife
Pedestres falam da dificuldade em serem respeitados por motoristas no Recife/ TV Globo/Reprodução

No Grande Recife, 72% das pessoas que circulam pelas ruas usam ônibus ou caminham pelas vias. O uso da bicicleta também é crescente e, por isso, ciclistas e pedestres pedem cada vez mais respeito e proteção no trânsito.

Segundo a pesquisa Origem Destino, da Prefeitura do Recife, 11,23% das pessoas usam carro como meio de transporte diário. Mesmo sem ser maioria nas ruas, o meio de transporte intimida quem está em maior número.

Ciclista

“Ninguém respeita ciclista aqui. Tem que andar no meio dos carros, é uma aventura, todo dia a gente tem que se cuidar para não acabar se acidentando”, relatou o técnico de celular Éder da Silva, que usa bicicleta diariamente.

A falta de respeito no trânsito é causadora de mortes. Números do Ministério da Saúde, divulgados em 2017, mostram uma média de 32 ciclistas mortos por ano em acidentes de trânsito na Região Metropolitana do Recife.

“Queremos uma infraestrutura que posa dar proteção a quem pedala e a quem caminha. O processo educativo é bem demorado. Por isso, a gente defende a questão da implantação cicloviária para a proteção dos ciclistas e para o pedestre e a a diminuição da velocidade dos veículos motorizados”, comentou o integrante da Associação Metropolitana de Ciclistas do Recife (Ameciclo), Daniel Valença.

Pedestre

Quem está a pé também sente que a noção de respeito precisa melhorar no trânsito. O gerente administrativo Weydyson Anastácio faz, todos os dias, um percurso andando.

Sobre a dificuldade de os motoristas respeitarem as faixas de pedestres, ele acredita que essa prática tem relação com acultura do pernambucano. “Se não tiver um lugar bem sinalizado, a gente não consegue atravessar”, afirma.

Para os pedestres, foram criadas as áreas de refúgios. São partes das calçadas pintadas para proibir o estacionamento de veículos. Quem passa pela área andando se sente mais seguro.

Segundo a presidente da CTTU, a autarquia busca priorizar a mobilidade sustentável. “O nosso foco tem sido a mobilidade das pessoas e não dos veículos. Temos olhado primeiro para o pedestre, para o ciclista e principalmente para o transporte público. Trabalhamos com um tripé formado por engenharia, educação e fiscalização”, afirmou Taciana.

Fonte
G1


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