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Corrida
| Postado em 18 de março de 2022 às 2:41

Pilotos pintam os carros com cores da Ucrânia e pedem fim da guerra

Bruno Baptista e Beto Monteiro decidirem aproveitar corrida em Goiânia, neste fim de semana, para prestar homenagem aos ucranianos que sofrem ataques diários do exército russo

Pilotos pintam os carros com cores da Ucrânia e pedem fim da guerra
Ilustrativa

Os dois pilotos brasileiros decidiram se manifestar em meio à invasão da Ucrânia pela Rússia. Na etapa de Goiânia da Stock Car, que acontece neste fim de semana, Bruno Baptista e Beto Monteiro colocaram as cores da bandeira ucraniana em seus carros como forma de homenagear o país do leste europeu que está tendo o seu território invadido.

Aos 24 anos, Bruno Baptista é um dos destaques da nova geração na maior categoria do automobilismo nacional. O piloto, que está na Stock Car desde 2018, decidiu que era o momento de se manifestar ao ver o conflito entre Ucrânia e Rússia perdurar. Já são mais de 20 dias de ataque. “Não dá mesmo para ficar parado em um momento em que a guerra se alastra, faz muitos civis virarem fugitivos, como ocorre com vários esportistas brasileiros que estão ainda por lá, dificulta a economia de diversos países e continua sendo uma ameaça para um novo confronto mundial”, afirmou.

Além de ter as cores da bandeira da Ucrânia em seu carro, Bruno Baptista irá participar dos treinos e das corridas, no Autódromo de Goiânia, com a frase “Stop the War” escrita na lateral do carro. “Resolvi homenagear os ucranianos e os demais civis de outros países que estão sofrendo por lá, correndo com a bandeira da Ucrânia e pedindo o fim dessa guerra sem sentido”, disse.

Mas não é apenas ele que vai entrar na pista com o amarelo e azul da bandeira da Ucrânia. Beto Monteiro também preparou uma homenagem aos ucranianos na corrida de Goiânia. O pernambucano da Scuderia Chiarelli vai levar consigo o desenho de uma flor, seguido da frase: “No War”. Além disso, o carro ganhou duas listas (azul e amarela), que começa na parte dianteira, passa pelo teto e termina no aerofólio traseiro.

“A ideia foi do dono da equipe. Ele entrou em contato comigo e perguntou se eu me interessava em aproveitar o espaço do carro para tentar fazer as pessoas enxergarem o quão errado está sendo esse momento na Ucrânia e eu topei na hora. Para mim, ainda é uma forma de protesto. Não podemos ter uma guerra em 2022, é uma das coisas mais absurdas do mundo”, afirmou o piloto.

Fonte
Terra

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